TECNOLOGIA/Marrow Cellution™
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TERAPIAS REGENERATIVAS · ASPIRAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA

Marrow Cellution™

Coleta de células-tronco no ponto de atendimento. Sem centrifugação, sem manipulação adicional em laboratório.

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Sistema Marrow Cellution — cânulas 11G e 13G
VISÃO GERAL

Máxima recuperação de células-tronco e progenitoras — a partir de uma única punção.

O Marrow Cellution™ maximiza a recuperação de células-tronco e progenitoras. Agulhas trocarte tradicionais aspiram principalmente pela extremidade da cânula, levando à coleta excessiva de sangue periférico e à necessidade de manipulações adicionais, como centrifugação ou separação química em laboratório.

A cânula do Marrow Cellution™ colhe células de alta qualidade de vários níveis dentro do espaço da medula óssea, limitando a infiltração de sangue periférico — o sistema nunca sai do campo estéril e não exige processamento adicional.

COMO FUNCIONA

Um design de extremidade fechada que muda o rendimento

TROCARTE TRADICIONAL
Aspiração por trocarte tradicional

A aspiração distal coleta excesso de sangue periférico, reduz o rendimento celular e exige etapas adicionais de manipulação.

MARROW CELLUTION™
Aspiração lateral in situ do Marrow Cellution

Aspiração por orifícios laterais com rotação in situ colhe de uma ampla área da medula — uma punção, múltiplas aspirações, sem centrifugação.

Eficiente

  • Nunca sai do campo estéril
  • Maior contagem de CFU-f por mL
  • Coleta autóloga de enxerto ósseo

Específico

  • Minimamente invasivo
  • Baixo volume — alta produção e qualidade
  • Uma única punção, múltiplas aspirações

Inovação

  • Reduz a coleta excessiva de sangue
  • Design de aspiração de extremidade fechada
  • Coleta lateral, não distal
ESPECIFICAÇÕES

Tamanhos e composição

Disponível em 11G e 13G e em múltiplos comprimentos, projetado para uso na crista ilíaca, pedículo, calcâneo ou tíbia.

REF. MC-RAN-11C / MC-RAN-13C

Calibre11G · 13G
Seringa10 mL, inclusa
ComposiçãoAgulha introdutora, estilete rombo, cânula de aspiração
Locais de aplicaçãoCrista ilíaca, pedículo, calcâneo, tíbia
ProcessamentoNão requer
MODO DE USO

Aspiração medida e controlada

01

Introduza a agulha através do córtex até a região trabecular do local de coleta, sob orientação fluoroscópica.

02

Avance a cânula de aspiração e utilize a rotação in situ para alcançar medula nova em cada profundidade.

03

Aspire pequenos volumes medidos em múltiplos níveis — uma única punção rende múltiplas aspirações.

04

Aplique o aspirado diretamente — o sistema permanece no campo estéril, sem centrifugação ou transferência.

Resumo apenas para referência. Siga sempre as Instruções de Uso do fabricante.

INDICAÇÕES · PATOLOGIAS

Onde a medula óssea autóloga é aplicada

Documentado em estudos revisados por pares em ortopedia e medicina regenerativa:

Osteoartrite do joelho

Graus KL 2–4, refratária ao tratamento conservador.

Osteoartrite do quadril

Melhora de dor e função por até 12 meses.

OA glenoumeral (ombro)

Desfechos de dor e função relatados em série de casos.

Menisco e LCA

Regeneração celular de tecido meniscal e ligamentar.

Lesões subcondrais (BML)

Osteocoreplastia para patologias do osso subcondral.

Fusão espinhal e enxerto

Células osteogênicas autólogas com menor morbidade do doador.

BENEFÍCIO AO PACIENTE

Menos trauma, recuperação mais rápida

Técnica minimamente invasiva

Sistema fechado que reduz a exposição do aspirado

Aspiração de baixo volume, menor trauma local

Melhora funcional relatada nos estudos citados

Coleta no ponto de atendimento, procedimento único

Sem centrifugação nem manipulação laboratorial adicional

EVIDÊNCIA CIENTÍFICA

Estudos revisados por pares

STEM CELLS INT · 2022

Técnica de baixo volume de BMA na osteoartrite do joelho

Kuebler D, Schnee A, Moore L, et al.

Ler estudo ↗
THE KNEE · 2020

Resultados precoces de BMAC com trocarte fenestrado

Varady NH, Cate G, Barghi A, et al.

Ler estudo ↗
REGEN MED · 2020

Injeção de aspirado puro para OA grave do joelho

Colberg RE, Jurado Vélez JA, Walsh KP, Fleisig G.

Ler estudo ↗
J ORTHOP SURG RES · 2023

BMAC vs. ADSCs na osteoartrite do joelho

Pintore A, Notarfrancesco D, Zara A, et al.

Ler estudo ↗

Lista completa de referências — 12 estudos — disponível no PDF de referências científicas abaixo.

Outras tecnologias

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